Prednisolona 3mg/mL Frasco 60mL - Gen PratiPrednisolona 3mg/mL Frasco 60mL - Gen PratiPrednisolona 3mg/mL Frasco 60mL - Gen Prati

Prednisolona 3Mg/Ml Frasco 60Ml - Gen Prati

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preço normalR$ 10,40
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Este é um medicamento à base de prednisolona com propriedades predominantes dos glicocorticoides. Possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica destinado ao tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.

princípio ativoFosfato Sódico De Prednisolona
fabricantePRATI, DONADUZZI
Quantidade

Frete e prazo de entrega

Bula do Prednisolona 3Mg/Ml Frasco 60Ml - Gen Prati


I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

fosfato sódico de prednisolona

Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES

Solução de 3 mg/mL em embalagem com 1 frasco de 60 mL, 100 mL ou 120 mL acompanhado de copo-dosador

ou embalagem com 1 frasco de 60 mL, 100 mL ou 120 mL acompanhado de seringa-dosadora.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Cada mL da solução contém:

fosfato sódico de prednisolona........... 4,020 mg*

veículo q.s.p......................................... 1 mL

*equivalente a 3 mg de prednisolona.

Excipientes: sorbitol, sacarina sódica, álcool etílico, metilparabeno, edetato dissódico, fosfato de sódio

monobásico, aroma de cereja líquido, fosfato de sódio dibásico e água purificada.

II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é indicado como agente anti-inflamatório e imunossupressor em patologias cujos mecanismos

fisiopatológicos envolvam processos inflamatórios e/ou autoimunes, para o tratamento de condições endócrinas

(das glândulas) e em composição de esquemas terapêuticos em algumas neoplasias.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Este é um medicamento à base de prednisolona com propriedades predominantes dos glicocorticoides

(hormônios esteroides). Possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica destinado ao

tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos à prednisolona ou a qualquer outro

componente da fórmula e para pacientes com infecções fúngicas sistêmicas ou infecções não controladas.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e Precauções

É muito importante que você informe ao seu médico os problemas de saúde que você tenha e todos os

medicamentos que estiver utilizando.

No tratamento de doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as principais reações adversas, como

fratura vertebral, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), diabetes, hipertensão (pressão alta), catarata e

síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.

Durante a terapia com este medicamento, evite qualquer contato com pacientes portadores de varicela ou

sarampo. Caso ocorra, procure imediatamente seu médico. Pacientes com utilização do medicamento também

não devem ser vacinados contra varíola, nem mesmo outras vacinas, com risco de complicações neurológicas e a

ausência de resposta imune. Varicela e sarampo, por exemplo, podem ter um curso mais grave e até fatal em

crianças e adultos não imunes sob corticoterapia.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. O uso de prednisolona em

tuberculose ativa deve ser restrito a casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nas quais o corticosteroide

é usado para o controle da doença associado a um regime antituberculoso apropriado.

Caso haja indicação de corticosteroide em tuberculose latente ou reatividade à tuberculina, torna-se necessário

acompanhamento contínuo do seu médico. Durante terapia prolongada, esses pacientes devem receber

quimioprofilaxia.

Corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o

tratamento. Durante o uso de corticosteroides pode haver diminuição da resistência e dificuldade na localização

de infecções.

A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.

O uso prolongado de corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível lesão

dos nervos ópticos e pode aumentar a ocorrência de infecções secundárias oculares devido a fungos e viroses.

Altas doses de corticosteroides, bem como doses habituais, podem causar elevação da pressão arterial, retenção

de sal e água e aumento da excreção de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio.

Considerar a possibilidade de dieta hipossódica (sem sódio) e suplementação de potássio, quando os

corticosteroides forem utilizados.

Em pacientes portadores de hipotireoidismo (doença da tireoide) ou com cirrose (doença do fígado), existe

aumento do efeito do corticosteroide.

Pacientes portadores de herpes simples ocular devem utilizar corticosteroides com cautela pois pode haver

possível perfuração de córnea.

Podem aparecer distúrbios psíquicos quando do uso de corticosteroides, variando desde euforia, insônia,

alteração do humor, alteração de personalidade, depressão grave até manifestações de psicose ou instabilidade

emocional. Tendências psicóticas preexistentes podem ser agravadas pelos corticosteroides.

Em hipoprotrombinemia, o ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cautela quando associado à

corticoterapia.

Deve haver cuidado na utilização de esteroides em casos de colite ulcerativa não específica (inflamação do

intestino), caso haja possibilidade de perfuração iminente (já que há risco de perfuração), abscesso ou outras

infecções piogênicas (infecção por micro-organismos); diverticulite; anastomoses de intestino (cirurgia do

intestino); úlcera péptica ativa ou latente; insuficiência renal; hipertensão; osteoporose (diminuição da densidade

óssea) e miastenia gravis (fraqueza dos músculos).

Há risco de insuficiência adrenal em função de retirada súbita do fármaco após terapia prolongada, podendo ser

evitada mediante redução gradativa da dose.

Em casos de insuficiência adrenocortical induzida por prednisolona, pode-se minimizar o quadro por redução

gradual da dosagem. Devido à possibilidade de persistência desse quadro após a interrupção do tratamento por

algum tempo, pode ser necessário reiniciar a corticoterapia em situações de estresse. Como a secreção de

mineralocorticoide pode estar reduzida, deve-se administrar concomitantemente sais ou mineralocorticoides.

Gravidez e Amamentação

Como estudos adequados de reprodução humana não foram feitos com corticosteroides, o uso de prednisolona na

gravidez, lactação ou em mulheres com potencial de engravidar, requer que os possíveis benefícios da droga

justifiquem o risco potencial para a mãe, embrião ou feto.

Este medicamento deve ser administrado com cautela em mulheres amamentando. A prednisolona é excretada no

leite materno em baixos níveis (menos de 1% da dose administrada). Medidas de cautela devem ser tomadas

quando a prednisolona é administrada a lactantes.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da

lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Crianças

O crescimento e desenvolvimento de crianças sob corticoterapia prolongada devem ser observados

cuidadosamente.

As crianças que utilizam esteroides, em longo prazo, devem ser cuidadosamente observadas em relação ao

aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade, retardo no crescimento, osteoporose

(diminuição da densidade óssea) e supressão adrenal.

Este medicamento contém álcool (etanol) e pode causar intoxicação, especialmente em crianças.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas

- Interação medicamento - substância química:

Severidade maior:

Substâncias químicas: álcool.

Efeito da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser

aumentada quando esta substância é utilizada concomitantemente com glicocorticoides.

- Interação medicamento – medicamento:

Severidade maior:

Medicamentos: drogas anti-inflamatórias não esteroidais (ex: diclofenaco e cetoprofeno)

Efeitos da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser

aumentada quando estas substâncias são utilizadas concomitantemente com glicocorticoides, entretanto o uso

concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais no tratamento de artrite deve promover benefício terapêutico

aditivo e permitir redução de dosagem de glicocorticoide.

Severidade moderada:

Medicamentos: anticolinérgicos, especialmente atropina e compostos relacionados.

Efeitos da interação: o uso concomitante a longo prazo com glicocorticoides pode aumentar a pressão

intraocular.

Medicamentos: anticoagulantes, derivados cumarínicos ou indandionas, heparina, estreptoquinase ou uroquinase.

Efeitos da interação: os efeitos dos derivados cumarínicos ou da indandiona geralmente diminuem (mas podem

aumentar em alguns pacientes), quando estes medicamentos são utilizados concomitantemente com

glicocorticoides. Ajustes de dose baseados na determinação do tempo de protrombina podem ser necessários

durante e após a terapia com glicocorticoide.

O potencial de ocorrência de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia durante terapia

com glicocorticoides e os efeitos dos glicocorticoides na integridade vascular, podem apresentar-se aumentados

em pacientes que recebem terapia com anticoagulante ou trombolítico.

Medicamentos: agentes antidiabéticos (ex: glimepirida e metformina), sulfonilureia ou insulina.

Efeitos da interação: os glicocorticoides podem aumentar as concentrações de glicose no sangue. Ajuste de dose

de um ou ambos agentes pode ser necessário quando a terapia com glicocorticoide é descontinuada.

Medicamentos: agentes antitireoidianos (ex. levotiroxina) ou hormônios da tireoide.

Efeitos da interação: alterações na condição da tireoide do paciente podem ocorrer como um resultado de

administração, alteração na dosagem ou descontinuação de hormônios da tireoide ou agentes antitireoidianos,

podendo necessitar de ajuste de dosagem de corticosteroide, uma vez que a depuração metabólica de

corticosteroides diminui em pacientes com hipotireoidismo (doença da tireoide) e aumenta em pacientes com

hipertireoidismo. Os ajustes de dose devem ser baseados em resultados de testes de função da tireoide.

Medicamentos: estrogênios ou contraceptivos orais contendo estrogênios.

Efeitos da interação: estrogênios podem alterar o metabolismo, levando à diminuição da depuração, aumentando

a meia-vida de eliminação e aumentando os efeitos terapêuticos e a toxicidade dos glicocorticoides. O ajuste de

dose dos glicocorticoides pode ser requerido durante e após o uso concomitante.

Medicamentos: glicosídeos digitálicos (ex. digoxina)

Efeitos da interação: o uso concomitante de glicocorticoides pode aumentar a possibilidade de arritmias

(alteração no ritmo do coração) ou toxicidade digitálica associada com hipocalemia (diminuição do potássio no

sangue).

Medicamentos: diuréticos (ex. furosemida e hidroclorotiazida)

Efeitos da interação: efeitos de natriuréticos e diuréticos podem diminuir as ações de retenção de sódio e fluidos

de corticosteroides e vice-versa.

O uso concomitante de diuréticos depletores de potássio com corticosteroides pode resultar em hipocalemia

(diminuição do potássio no sangue). A monitoração da concentração de potássio sérico e função cardíaca é

recomendada.

Efeito de diuréticos no potássio excessivo e/ou corticosteroide nas concentrações de potássio sérico pode ser

diminuído durante uso concomitante. A monitoração das concentrações de potássio sérico é recomendada.

Medicamento: somatropina.

Efeitos da interação: inibição do crescimento em resposta ao somatrem ou somatropina pode ocorrer com uso

terapêutico crônico de doses diárias (por m² de superfície corporal) que excedam de 2,5 a 3,75 mg de

prednisolona oral ou de 1,25 a 1,88 mg de prednisolona parenteral.

É recomendado que estas doses não sejam excedidas durante a terapia com somatrem ou somatropina. Se doses

maiores forem necessárias, a administração de somatrem ou somatropina deve ser postergada.

Medicamentos: barbituratos (ex. fenobarbital) e drogas indutoras enzimáticas (ex. fenitoína, carbamazepina).

Efeitos da interação: drogas que induzem a atividade das enzimas metabólicas hepáticas (do fígado) da fração

microssomal podem aumentar o metabolismo da prednisolona, requerendo, em terapias concomitantes, o

aumento da dosagem de prednisolona.

Severidade menor:

Medicamento: isoniazida

Efeitos da interação: glicocorticoides, especialmente prednisolona, podem aumentar o metabolismo hepático

e/ou excreção de isoniazida, levando à diminuição das concentrações plasmáticas e eficácia da isoniazida,

especialmente em pacientes que sofrem acetilação rápida. O ajuste de dose de isoniazida pode ser necessário

durante e após o uso concomitante.

- Interação medicamento – Exame laboratorial:

Severidade menor:

Medicamento: digoxina.

Efeito da interação: a prednisolona pode resultar em falso aumento dos níveis de digoxina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Atenção: não use mais do que o recomendado na bula, pois o excesso deste medicamento pode causar

graves problemas nos rins.

Atenção: Contém sorbitol.

Este medicamento pode causar doping.

Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a

outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.

Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu

estado de saúde.

Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar

qualquer vacina informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor.

CONTÉM álcool e edulcorante.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 °C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Após aberto, válido por 80 dias.

Este medicamento apresenta-se na forma de um líquido límpido, incolor a levemente amarelado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento deve ser tomado de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico, respeitando as

doses, os horários e a duração do tratamento. As necessidades posológicas são variáveis e devem ser

individualizadas, tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.

Modo de usar

Apresentação com copo-dosador em mL

Este medicamento deve ser administrado, por via oral, com o auxílio do copo-dosador em mL.

Apresentação com seringa-dosadora em mL

No caso da utilização da seringa-dosadora em mL, siga as orientações das figuras abaixo e em caso de dúvida

procure orientação do médico ou farmacêutico.

Instruções de uso da seringa e adaptador do frasco

1. Abrir o frasco do medicamento e desembalar a seringa-dosadora e o adaptador de frasco.

2. Colocar o adaptador no bocal do frasco com firmeza (fig. 1).

4. Virar o frasco e aspirar a medida desejada. Puxar cuidadosamente o êmbolo, medindo a quantidade exata em

mL, conforme a posologia recomendada pelo seu médico (fig. 3).

8. Lavar bem a seringa-dosadora com água corrente. Deixar secar ao ar livre.

Observações:

A seringa dosadora é de uso exclusivo para administração deste medicamento por via oral.

O manuseio deve ser feito somente por adultos.

Posologia

ATENÇÃO: utilizar a seringa exclusiva que acompanha o produto. Esta seringa está graduada de mL em mL.

Em caso de dúvida consulte seu médico (1 mL de solução equivale a 3 mg de prednisolona. Cada mg de

prednisolona equivale a 1,34 mg de fosfato sódico de prednisolona).

A dosagem inicial deste medicamento pode variar de 5 a 60 mg por dia, dependendo da doença específica que

está sendo tratada. As doses deste medicamento requeridas são variáveis e devem ser individualizadas de acordo

com a doença em tratamento e a resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve ser

controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores idade e peso corporal.

Iniciar a terapia com a menor dose da posologia em idosos.

A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando a droga for administrada por mais do que

alguns dias.

Crianças: a dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 a 60 mg por m2 de

superfície corporal por dia, administrados de 3 a 4 vezes por dia. Posologias para recém-nascidos e crianças

devem ser orientadas segundo as mesmas considerações feitas para adultos, ao invés de se adotar rigidez estrita

aos índices para idade ou peso corporal. Na síndrome nefrótica utiliza-se 60 mg/m2/dia em 3 vezes ao dia por 4

semanas, seguidas de 40 mg/m2 em dias alternados, por 4 semanas.

Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes, enquanto que para alguns

pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a

resposta satisfatória seja notada. Depois disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos

decréscimos da dose inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para se

obter uma resposta clínica adequada. Deve-se ter em mente que é necessária uma constante observação em

relação à dosagem deste medicamento. Se por um período razoável de tempo não ocorrer resposta clínica

satisfatória, o tratamento com este medicamento deve ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia

apropriada.

Incluem-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose: mudança no estado clínico secundário por

remissão ou exacerbação no processo da doença, a suscetibilidade individual do paciente à droga e o efeito da

exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença em tratamento; se for

necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja gradual e nunca abrupta.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizá-lo, deve-se fazer

uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da próxima dose deve-se adiantá-la, sem

duplicar a mesma.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas de fosfato sódico de prednisolona têm sido do mesmo tipo das relatadas para outros

corticosteroides e normalmente podem ser revertidas ou minimizadas com a redução da dose, sendo isto

preferível à interrupção do tratamento com o fármaco.

Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides e sua incidência eleva-se caso a dose seja

superior a 80 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente.

Reações comuns (> 1/100 e = 1/10):

Gastrintestinais: aumento do apetite, indigestão, ulceração do estômago e/ou duodeno com possível perfuração

e sangramentos; inflamação do pâncreas; inflamação do esôfago com úlcera.

Neurológicas: nervosismo, cansaço e insônia.

Dermatológicas: Reações alérgicas locais.

Oftálmicas: catarata; aumento da pressão intraocular; projeção do globo ocular para frente (olhos saltados). O

estabelecimento de infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos pode também ser intensificado.

Endócrinas: pré-diabetes, manifestação de diabetes mellitus latente; aumento das necessidades de insulina ou

medicamentos que diminuem a glicose no sangue em diabéticos. O tratamento com doses elevadas de

corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos triglicérides no sangue, com plasma leitoso.

Reações incomuns (> 1/1.000 e = 1/100):

Dermatológicas: retardo da cicatrização; pele fina e frágil; petéquias e equimoses; rubor facial (face

avermelhada); aumento do suor; supressão a reações de alguns testes cutâneos; urticária, edema nos olhos e

lábios e dermatite alérgica. Facilidade em ter manchas roxas na pele (hematomas), espinhas na face, peito e

costas e estrias avermelhadas nas coxas, nádegas e ombros.

Neurológicas: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral),

usualmente após tratamento; dor de cabeça; tontura; agitação psicomotora, alterações isquêmicas de nervos,

alterações no eletroencefalograma e crises.

Psiquiátricas: euforia, depressão grave com manifestações psicóticas, alterações da personalidade,

hiperirritabilidade e alterações do humor.

Endócrinas: irregularidades menstruais; desenvolvimento de estado cushingoide; retardo do crescimento fetal

ou infantil; ausência de resposta secundária adrenocortical e hipofisária, especialmente em situações de estresse,

como trauma, cirurgia ou doença. Em alguns homens, o uso de corticosteroides resultou em aumento ou

diminuição da motilidade e do número de espermatozoides.

Gastrintestinais: Distensão abdominal; diarreia ou prisão de ventre; enjoo; vômitos; perda do apetite (que pode

resultar em perda de peso) e irritação do estômago.

Hidroeletrolíticas: retenção de sal; retenção de líquido; insuficiência cardíaca congestiva em pacientes

suscetíveis; perda de potássio e aumento da pressão arterial.

Musculoesqueléticas: fraqueza muscular; perda de massa muscular; osteoporose, necrose asséptica da cabeça

umeral e femoral; fratura patológica de ossos longos e vértebras; agravamento dos sintomas da miastenia gravis

e ruptura do tendão.

Metabólicas: balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo proteico.

Durante a experiência pós-comercialização, foram observadas as seguintes reações adversas sem incidência

definida: arritmias (taquicardia ou bradicardia); perda de albumina na urina; aumento de peso; dor no peito; dor

nas costas; mal-estar geral; palidez; sensação de calor ou de frio; descoloração da língua; sensibilidade dos

dentes; salivação excessiva; soluço; boca seca; falta de ar; rinite; tosse; frequência miccional aumentada;

isquemia de origem periférica; perda ou alteração do paladar; alteração do olfato; aumento do tônus (contração)

muscular; movimentos involuntários do globo ocular; paralisia facial; tremor; aumento da libido; confusão;

distúrbio do sono e sonolência.

Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar efeitos não desejados.

Apesar de nem todos estes efeitos colaterais ocorrerem, você deve procurar atendimento médico caso algum

deles ocorra.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo

uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?

Sintomas

Não foram relatados os efeitos de ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em um curto

período de tempo.

O que fazer antes de procurar socorro médico?

Devem-se evitar a provocação de vômitos e a ingestão de alimentos ou bebidas. O mais indicado é procurar um

serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e, de preferência, sabendo a quantidade exata de

medicamento ingerido. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao Centro de Assistência Toxicológica da

região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em questão.

Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a situações de risco de morte.

Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta dose com glicocorticoides torna improvável que a

produção de resultados nocivos, na ausência de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes

mellitus (diabete), glaucoma ou úlcera péptica ativa, ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicações,

como: digitálicos, anticoagulantes cumarínicos (medicamento para o coração) ou diuréticos depletores de

potássio. O seu tratamento inclui a indução de êmese (vômito) ou através de lavagem gástrica. As possíveis

complicações associadas devem ser tratadas especificamente. Este medicamento deve ser usado somente na dose

recomendada. Se você utilizar grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico,

levando a bula do produto.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a

embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

orientações.

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